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máquina de escrever
Just me

Gabriel Ethan Paz

Biografia e Portfólio

Membro Associado da Associação Portuguesa de Escritores sob o nº 1584

Membro Associado da Associação Portuguesa de Poetas

Membro Associado da NALAP – Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

Autor registado na IGAC sob o pseudónimo Gabriel Ethan Paz com o nº 5/2025

Apresentação

Biografia

Me and my wife

Gabriel Ethan Paz é o pseudónimo de um cidadão português, nascido na cidade de Almada, que fez carreira profissional na Industria Farmacêutica. Desempenhou várias funções de marketing e vendas antes de rumar à carreira internacional onde foi Diretor Geral numa empresa sediada no Caribe.

​Licenciado em Gestão de Marketing pelo IPAM, com pós graduação obtida em Bruxelas em Marketing Estratégico, decidiu numa fase da sua vida mais recente não dar seguimento ao MBA, por cansaço académico e motivacional. Preferiu enveredar pela escrita de obras de diversos géneros literários e dedicar o seu tempo a hobbies que foram preteridos como a leitura e a música.

​Entusiasta ebuliente da inteligência emocional, não tem receio em expor os seus sentimentos e emoções da forma mais nua e genuína. É apaixonado por animais, pela natureza e pela praia, tendo no mar a sua principal fonte de inspiração e serenidade. Não vive sem a música e o piano o instrumento musical de eleição.

​Viajante pelos quatro continentes, deambulou por mais de 67 países e 128 cidades onde experimentou novas culturas e costumes que o converteram numa pessoa mais sábia, mais benévola e discernente do mundo que nos rodeia.

 

​E a sua viagem parece não ter ainda findado.

Biografia

A Razão de Escrever

Norway, an heaven on earth

PREFÁCIO DA OBRA LITERÁRIA "DE RÉDEAS SOLTAS"


Inúmeras vezes dou por mim embevecido em emoções que me assolam, me estorvam ou me refrigeram a alma. Deixo tudo por fazer. Estagno no tempo e tolero que minhas mãos divaguem levemente pelas teclas do meu computador. São apenas momentos de arrojo ou de alforria. As minhas rédeas ficam soltas.


Os vocábulos deliram no papel, a mente folega mundo fora e os sentidos estão outorgados ao acaso. Daqui brotam construções gramaticais que almejam elucidar-me sobre desígnios. Podem ser apaziguadoras ou nefastas mas são puras e isentas. O intuito é libertar o poderio da minha voz calada e dos afetos abscônditos.


Propicio neste bloco de notas alguns desses momentos, lidos e relidos, desencarcerados para suavizar a vida e tornar mais deleitoso cada minuto em que respiro. Cada linha tem o meu suspiro, cada palavra a minha ambiguidade. 


Escrevo porque sim. Escrevo porque amo essa sensação libertadora de arremessar ao vento as palavras e ideias contidas ou caladas sem razão. Escrevo porque me sinto despojado das amarras da vida e livremente viajo por onde bem entender.

Escrevo pela liberdade.

Escrevo por amor.

A Razão de escrever
Portfólio

Portfólio

Como Autor:

Capa frontal Livro De_Rédeas_Soltas.jpg
Capa frontal Livro Impedidos de Amar.jpg
Obra Literária
"De Rédeas Soltas"

Pensamento e poesia
Novembro de 2025
Registada no IGAC; ISBN: 9789403855073

Em venda

Preço com portes incluidos para Portugal. Outros destinos sob consulta

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Obra Literária 
"Impedidos de Amar"

Romance
Dezembro de 2025
Registada no IGAC; ISBN: 9786526655542

Em pré-reserva

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Obra Literária
"Da simplicidade de um Monte"

Romance



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Mãos no teclado

O Roubo Perdoável

Romance

Em execução
Abraço de cortina

Um Homem também chora

Romance

Estruturado
Desert Pool Lounge

O Hotel da Barafunda

Conto

Em planeamento
Diamantes polidos na mesa

Um Tesouro Perdido

Conto

Estruturado
Castelo medieval

Dois Reis e Um Castelo

Conto

Estruturado
Jardim com Fonte

A Casa dos Sarilhos

Conto

Em projeto

Como Co-Autor:

Capa.png

Antologia pela Paz - Tomo IV - VIII Evento Mundial de Poesia; 6 volumes; Set. 2025

Fundación Amazonía Productiva, Poetas Intergalácticos

ISBN: 9798266212992

Antologia "Entre linhas de Amor" Fevereiro 2026

Editora Metáfora

Em publicação

Antologia - IX Evento Mundial de Poesia; Out. 2025

Fundación Amazonía Productiva, Poetas Intergalácticos

​Em publicação

Capa.png

Antologia "O canto das folhas"
Nov. 2025

Editora Reticências

ISBN: 9789899249721

Antologia - X Evento Mundial de Poesia; Nov. 2025

Fundación Amazonía Productiva, Poetas Intergalácticos

​Em publicação

antologia chiadobooks.jpg

Antologia "Do sono ao sonho"
Nov. 2025

Editora Chiado Books

Em publicação

Escritor

Escritor

Sou homem de virtude e de caracter. De liberdade e de paixão. De arrojo e luta sem senão. De humildade e amizade. De compaixão e ensinamento. Sou homem de trilhos complexos e ideias firmes. Nem melhor nem pior. Apenas eu. Com todas as dúvidas e certezas que me levam a noites esbanjadas num cenário esculpido pela necessidade de perfeição.

Este Sou Eu

Este Sou Eu

Durmo perdido nesta encruzilhada de emoções polvilhadas com uma dose prudente de ansiedade. Quase sempre desperto com as respostas que procuro. Como se viessem sorrateiramente empurradas pela brisa de um novo dia e se alojassem livremente na dormência do meu pernoitar. Esta é a forma. Estas são as noites. Este sou eu.

Contemplando

Contemplando

A saudade enlaçava o cálice embusteiro, do licor sem nome, que jazia imóvel. Da lareira uma chama enfurecida inundava de calor a sala, onde num sofá estrategicamente colocado, relaxo o esqueleto defesso desta vida de labor. Não sei que pensava nem o que podia almejar. Apenas divagava por espaços temporais sem nexo.

Pensar

Pensar

Preciso de saber se fiz bem. Devo esse compromisso a mim próprio. O erro é humano mas eu não sou. Sou perfecionista e busco sempre o ponto mais garboso além-fronteiras. Não sei se valerá o sacrifício mas corre-me no sangue. E é esta fadiga que me consome. Me lapida a vontade e me furta o sono tranquilo.

Frente ao Mar

Frente ao Mar

Duvido das incertezas e questiono as verdades que não domino. Revolvo todo o cenário e atento cada detalhe na esperança que me certifiquem que sim, agi bem. Não quero anuências de humanos, que tantas vezes são disfarçadas de armadilhas para enredar. De elogios envenenados ou enfeitiçados por desejos mórbidos ou coibitivos. Quero abraçar a paz. Quero o conforto de uma mente serena com cada gesto, cada decisão.

Livro ao vento

Livro ao vento

Divago, questiono e vou bebendo o tal licor que desconheço. Sabe a algo esquivo mas é doce. Vai alimentando a sede das respostas. O crepitar da lenha convida a aconchegar-me no sofá. Fico na horizontal sem perder a vista do fogo. Aquece o lugar, a alma e o corpo. No cálice é visível o fluir do líquido pelo vidro fazendo lembrar a chuva que persiste no beiral. Invoco tudo nestas noites.

Sentado no mar

Sentado no mar

Não rogo por respostas apenas o discernimento certo. Preciso dessa certeza. Sim sou diferente. Não me contento em ser mais uma alucinada fotocópia de tantos outros sumptuosamente plantados na vida de alguém.

Norway

Norway

Cavalgo por planícies verdejantes sem confins ou fronteiras. Respiro proeza e expiro liberdade. Uma solidão que deslumbra, branda o ruido ensurdecedor dum mundo fútil ou de seres humanos disfarçados de fantoches. Não tenho regras nem pudores. Escrevo o que me murmuram as paredes, as cores da paisagem urdida ou dum estado de alma. Carrego cada tecla com o amor de quem não sabe mentir sobre o que sente. Sobre o que pensa ou tem ambição de reificar. O teclado segue as minhas ordens sem pestanejar.

Norway

Norway

Inúmeras vezes dou por mim embevecido em emoções que me assolam, me estorvam ou me refrigeram a alma. Deixo tudo por fazer. Estagno no tempo e tolero que minhas mãos divaguem levemente pelas teclas do meu computador. São apenas momentos de arrojo ou de alforria. As minhas rédeas ficam soltas.

Norway

Norway

Os vocábulos deliram no papel, a mente folega mundo fora e os sentidos estão outorgados ao acaso. Daqui brotam construções gramaticais que almejam elucidar-me sobre desígnios. Podem ser apaziguadoras ou nefastas mas são puras e isentas. O intuito é libertar o poderio da minha voz calada e dos afetos abscônditos.

Norway

Norway

Propicio neste bloco de notas alguns desses momentos, lidos e relidos, desencarcerados para suavizar a vida e tornar mais deleitoso cada minuto em que respiro. Cada linha tem o meu suspiro, cada palavra a minha ambiguidade.

10

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4

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21

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2

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27

27

33

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Portugal

Portugal

Escrevo porque sim. Escrevo porque amo essa sensação libertadora de arremessar ao vento as palavras e ideias contidas ou caladas sem razão. Escrevo porque me sinto despojado das amarras da vida e livremente viajo por onde bem entender. Escrevo pela liberdade. Escrevo por amor.

Portugal

Portugal

E perecemos resguardados num cortiço que nos embebede de esperança. Onde os sobejos possam ser arrebatados pelo esplendor, amoldados pela visão, possam voejar noutro patamar de indulgência e pintar de cores vivas a tela da vida. Viver é difícil e árduo mas não tem que ser assim. Não tem que ser pétreo, inóspito ou lúgubre.

Portugal

Portugal

O mais cruciante é testemunhar e anuir que a maioria não vive, mas tão-somente cumpre os desígnios de alguns, servindo de lenha numa fogueira sem chama nem brilho. Apesar de personagens sem guião, continuam convictos que a sua vida é cintilante. Limitam-se a mirar o espelho inerte e a olvidar a beleza da tela. Carece-se, pois, de pintores e pincéis!

Sailing at Oasis of the Seas

Sailing at Oasis of the Seas

Aruba

Aruba

Se tais sonhos, logras viver, outros se assomem pois então. Maratona de derrota em despique de quimera em vão. A felicidade está na tua honorável mão. O degustar de cada segundo em que folegas e em que vibra teu singelo coração.

Aruba

Aruba

Na morte não te arrependerás do que não adquiriste ou usufruíste mas do que nunca soubeste com mestria beneficiar. Do que não executaste ou não declaraste em tempo útil. Do amor que ficou inserto ou omitido em silêncio ensurdecedor. Do que podias ter sido e nunca foste capaz. A felicidade estará sempre no alcance de tua mão. É tua pois tal primordial decisão.

Aruba

Aruba

Cada gesto é um solfejar dessa tecla. A mesma que assola a mente em cada fração de tempo em que sentado, tolero um fluir de sentimentos. A música baila serenamente pelos ouvidos, submissos á melodia, pautando de forma indelével a cadência das palavras, a quentura dos adjetivos contidos ou das emoções retidas mas desoneradas.

Fotografias

Contacto

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© 2025 por Gabriel Ethan Paz. 

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