Iniciando Arquitetura Literária

Sócio da AP Escritores Nº 1584

A arquitetura da emoção nas rédeas soltas da vida.

Gabriel Ethan Paz não apenas escreve — ele esculpe emoções em palavras. De Almada ao mundo, a sua jornada é um atlas de alma e memória, onde cada país visitado se converte em verso, conto ou romance que liberta o indizível. As suas obras não se leem: respiram, confessam, e redimem.

Brevemente disponível no mercado

Capa completa do livro Impedidos de Amar, de Gabriel Ethan Paz
67
Países Visitados
128
Cidades Exploradas
10
Obras e Antologias

Biografia do Autor

Os vocábulos deliram no papel, a mente folega mundo fora e os sentidos estão outorgados ao acaso. Daqui brotam construções gramaticais que almejam elucidar-me sobre desígnios. Podem ser apaziguadoras ou nefastas mas são puras e isentas. O intuito é libertar o poderio da minha voz calada e dos afetos abscônditos.

Gabriel Ethan Paz é o pseudónimo de um cidadão português, nascido em Almada, que fez carreira na Indústria Farmacêutica até à Direção Geral de uma empresa sediada no Caribe.

Licenciado em Gestão de Marketing pelo IPAM, com pós-graduação em Marketing Estratégico em Bruxelas, trocou o MBA por um caderno para se dedicar à escrita.

Gabriel Ethan Paz não escreve. Esculpe. Transforma emoção em palavra, silêncio em frase. A sua escrita é nua, visceral, humana. Não narra histórias - confessa-as. Não inventa personagens - respira-as. E redime-as. Cada linha é um aceno na calçada. Cada capítulo, um lenço que não guarda para si. De Almada para o mundo, a sua obra é um atlas de alma e memória, onde finalmente o indizível aprende a dizer-se.

Cultiva a inteligência emocional e expõe os sentimentos com genuinidade. Ama animais, ama a natureza, ama a praia - e tem no mar a sua bússola, a sua inspiração e a sua serenidade. O piano, o seu instrumento de eleição, é onde o que não cabe nas palavras, cabe em música.

Romancista, poeta e ensaísta, reparte a sua voz por várias antologias, em Portugal e no mundo. É membro da Associação Portuguesa de Escritores, da Associação Portuguesa de Poetas e do NALAP.

Deambulou pelos quatro continentes, por mais de 67 países e 128 cidades. Viu mundos, viveu culturas, guardou gentes. Cada lugar tornou-o mais sábio. Mais benévolo. Mais discernente. E a sua viagem parece não ter ainda findado.

Textos, Reflexões e Versos Livres.

Mergulhe nos meus silêncios noturnos, onde a poesia expõe as fissuras da condição humana.

Capa do livro Impedidos de Amar
Impedidos de Amar

Na praia...

A face da Elisabete espelhava alegria. Queria muito rever a sua praia e apartar-se da rotina do hospital e duma camuflada prisão domiciliária. Por isso, despertou cedo no primeiro dia e colocou toda a gente em alvoraço. Requeria o confecionar do pequeno-almoço e a partida para a praia. Mal comeu, tal a ânsia de pisar a areia fina. Dentro da viatura e durante o percurso, ninguém conseguiu soletrar palavra tal o assoberbar da sua voz animada.

Hesitava entre discutir a cor da bandeira do estado do mar e se existia mudança de cenários. No acercar do parqueamento era evidente o seu reluzente olhar. Finalmente, a sua praia estava ali. Defronte dos seus olhos emocionados.

O desencanto

Os dias são meros contadores de minutos, filas de espera sem objetivo fundamentado. Rotinas baralhadas onde subtraímos o ócio e o prazer, dividimos a incumbência e a carência ou privação. São frações sem incógnita e equações impossíveis. Pararam os relógios e os calendários permanecem fixos no mesmo dia e no mesmo mês. São baladas de piano triste e sem assonância.

Aceitamos o palpitar do vento e a transparência da chuva e resguardamo-nos da luz do sol. O orvalho passa a fazer parte do quotidiano do nosso jardim mal-amanhado. Sim, comemos. O que está à mão e pronto a degustar. Contraem teias de aranha os livros de receitas e a vontade de caprichar. O banho é um mero jorrar de água para suavizar a consciência de que a conspurcação do corpo se vai dissolvendo vagarosamente.

O livro

Este livro é isso: a prova de que o amor resiste ao tempo, à doença, à distância, ao destino. A prova de que uma vida pode ser tão intensa que permanece a pulsar mesmo depois do último fôlego.

A prova de que a morte não nos despoja de tudo — porque o que é verdadeiro permanece.

E assim termina esta história: não com silêncio, mas com eternidade.
Não com fim, mas com memória. Não com perda, mas com legado.

Elisabete vive — nas páginas, na família, nos gestos, na coragem, na saudade. Vive porque quem ama desta forma nunca parte por inteiro. Vive porque quem inspira desta forma nunca deixa de iluminar. Vive porque quem luta desta forma nunca deixa de ensinar.

Este é o resumo. Este é o fecho. Este é o pano que cai — mas a luz que cintila.

Capa do livro De Rédeas Soltas
De Rédeas Soltas

Estas são as Noites

No beirado da casa latejava uma chuva miudinha. Como notas desatadas e atemorizadas, que não se fazem ouvir, apenas enfeitiçam a pauta desprezada numa gaveta qualquer. A saudade enlaçava o cálice embusteiro, do licor sem nome, que jazia imóvel. Da lareira uma chama enfurecida inundava de calor a sala, onde num sofá estrategicamente colocado, relaxo o esqueleto defesso desta vida de labor. Não sei que pensava nem o que podia almejar. Apenas divagava por espaços temporais sem nexo. Arrependia-me de uns inusitados caminhos e adumbrava um sorriso perante decisões mais congruentes.

É crucial perdermo-nos no tempo e no espaço, ponderarmos na vereda palmilhada e recalcada por passos tantas vezes dados sem razão, sem noção, sem ponderação. Um propósito de auto análise pestilenta que assessoria a correção de devaneios sorteados ao acaso. Que nada muda no passado mas inquire o futuro. Preciso de saber se fiz bem. Devo esse compromisso a mim próprio. O erro é humano mas eu não sou. Sou perfecionista e busco sempre o ponto mais garboso além-fronteiras. Não sei se valerá o sacrifício mas corre-me no sangue. E é esta fadiga que me consome. Me lapida a vontade e me furta o sono tranquilo.

Duvido das incertezas e questiono as verdades que não domino. Revolvo todo o cenário e atento cada detalhe na esperança que me certifiquem que sim, agi bem. Não quero anuências de humanos, que tantas vezes são disfarçadas de armadilhas para enredar. De elogios envenenados ou enfeitiçados por desejos mórbidos ou coibitivos. Quero abraçar a paz. Quero o conforto de uma mente serena com cada gesto, cada decisão. Divago, questiono e vou bebendo o tal licor que desconheço. Sabe a algo esquivo mas é doce. Vai alimentando a sede das respostas. O crepitar da lenha convida a aconchegar-me no sofá. Fico na horizontal sem perder a vista do fogo. Aquece o lugar, a alma e o corpo. No cálice é visível o fluir do líquido pelo vidro fazendo lembrar a chuva que persiste no beiral.

Invoco tudo nestas noites. O meu falecido pai, a minha irmã que habita no Altíssimo ou mesmo Deus lá no seu reino celestial. Não rogo por respostas apenas o discernimento certo. Preciso dessa certeza. Sim sou diferente. Não me contento em ser mais uma alucinada fotocópia de tantos outros sumptuosamente plantados na vida de alguém. Sou homem de virtude e de caracter. De liberdade e de paixão. De arrojo e luta sem senão. De humildade e amizade. De compaixão e ensinamento. Sou homem de trilhos complexos e ideias firmes. Nem melhor nem pior. Apenas eu. Com todas as dúvidas e certezas que me levam a noites esbanjadas num cenário esculpido pela necessidade de perfeição. A maior parte das vezes apaziguo sem dar conta. Durmo perdido nesta encruzilhada de emoções polvilhadas com uma dose prudente de ansiedade. Quase sempre desperto com as respostas que procuro. Como se viessem sorrateiramente empurradas pela brisa de um novo dia e se alojassem livremente na dormência do meu pernoitar. Esta é a forma. Estas são as noites. Este sou eu.

Faça-se Luz

Faça-se luz.
Na negrura de tuas intrépidas palavras
Se melosas ou analogamente macabras
Na ambiguidade dos teus dúbios gestos
Dos passos com que singras e que são certos
Mas também dos que te infligem retrocesso
E são anelo de juízo profícuo ou adverso
Nas quimeras abscônditas e desprezadas
E nas usanças quais insanas cruzadas
Na efusão que cruelmente foi dilacerada
E sem ditame ergueu tal alma prostrada

Faça-se luz.
No açaimar dos sentimentos que calas
E desse temor que te emudece as falas
Do olhar túrbido focado em parte incerta
Pelo madracear numa vereda que é deserta
Nas pedras dispersas em nefasta direção
Que sem pudor te emantilha em solidão
E no vituperar de uma alma sem vontade
Alagada por eterna e mórbida saudade
Que reverte a vida para fábula deprimente
Onde figuras qual bonifrate decadente

Faça-se luz.
No abraço que almejas mas é foragido
Qual impostor que no plácito é fingido
E vai pungindo em sentença clemente
Num mundo apartado que é demente
Nesse amor singelo que não se encontra
Que no granjear da ventura é afronta
E do filho que nunca foi gerado em ventre
Por imposição de um corpo que doente
Subjuga qual gigante a um mero anão
Quebranta a vida sem verosímil razão

Faça-se luz.
Sobre o espertar de cada novel dia
O olhar indiligente que da face vigia
Nos dias que falecem por pura inação
Qual efeméride muda sem indigitada canção
Nos áridos prados outrora remanso repousante
Depredados pela acridez, sem cor verdejante
E sobre o frescor do singelo ato de folegar
Para que nova diegese possa então germinar
E um sorriso sedutor seja impregnado no vento
Para reempossar na alma o bendito alento

Escrever por Amor

São linhas e linhas de palavras vertidas
Podem ser perversas mas nunca são fingidas
Escritas em clamor por audazes autores
Que narram temores ou os simples amores
Esboços tenazes de júbilo ou melancolia
Provas vivas de clemência ou pura tirania
São linhas e linhas de vocábulos compadecidos
Ditames mudos esperando ser lidos
Bramidos irados para iníqua comunidade
Que bajula o fútil e despreza a verdade
Se oculta do afetuoso e abraça o imoral
No logro edifica seu pecado capital
São linhas e linhas de sentimentos vividos
Transladados na íntegra sem filtros vendidos
Honrados juízos de imparcial fidalguia
Desprovidos de avareza ou simples mordomia
Brados eloquentes para clamar ponderação
Inquietas cautelas de tão justa prevenção
São linhas e linhas de amor voluntário
Na ambição de regenerar penoso fadário
Jorros de alento em almas baralhadas
Diligentes respostas nessas encruzilhadas
Abraços remotos de desvelo secreto
Quando estimada caneta nem sempre está perto

Sinopses do Universo Literário.

Publicado Capa do livro De Rédeas Soltas Pensamento e Poesia

De Rédeas Soltas

Vivemos de rédeas curtas.

Presos à pecúnia que veneramos como deus, às máscaras douradas que usamos para sermos aceites, aos likes que pedimos como esmola, aos amores que nos castram em vez de nos libertarem.

Neste livro de prosa poética filosófica, Gabriel Ethan Paz cavalga sem pedir licença por tudo o que nos aprisiona: o dinheiro, a hipocrisia social, o medo, o amor que não se cumpre.

E mostra o que essa prisão nos custa.

Custa a saudade que não se explica. O sacrifício de uma vida inteira no mar que já ninguém quer fazer. O peso de ser pai e ter de educar num mundo sem valores. A tentação que nos ronda, a ilusão do amor que nos vende, os amores de verão que ficam na pele e o amor findado que deixa sentença. Custa o mar que já não é altar, mas estrada. A invernia que já ninguém respeita. O desgosto engolido, as memórias que vigiam, o tempo que foge, o abraço que falta, a fome, a fadiga, a morte banalizada e a guerra normalizada.

Porque os valores em falta na sociedade não são um tema distante — são o ar que respiramos. E cada texto deste livro é o retrato do que respiramos hoje.

Do bosque onde se refugia à beira-mar onde reencontra a paz, do retrato cruel dos Seres Humanos à denúncia da Pecúnia Venerada, cada texto é um ato de libertação.

Escrevo porque tenho a liberdade de eleger a vereda por onde pelejar.

E este livro é um convite: solta as tuas rédeas também.

Em Edição Capa do livro Da simplicidade de um monte Romance

Da Simplicidade de um Monte

“Da Simplicidade de um Monte” narra a vida de um homem e de uma mulher que nasceram numa aldeia recôndita, perdida no espaço e no tempo, onde o conhecimento chegava tarde e a vida ensinava cedo. Cresceram entre limitações, fome, míngua e um quotidiano áspero que moldou o carácter e feriu o espírito. A dureza do meio rural — a violência doméstica, o abandono, a impetuosidade dos dias — foi-lhes tatuando a pele e a alma, obrigando-os a viver intensamente o filme da própria existência. Unidos pelo matrimónio, enfrentaram um tumulto de acontecimentos que pôs à prova a sua resiliência, a sua fé, o seu amor e a sua capacidade de combate.

Criaram dois filhos, separados por sete anos, e ousaram transmitir-lhes os valores puros e sentidos de quem cresceu num monte inóspito, onde a dignidade era conquista diária. A união e a desunião caminharam lado a lado; a concórdia e a discórdia também. A violência e o divórcio chegaram a pernoitar juntos. Mesmo assim, nunca perderam de vista o sonho de ver os filhos erguerem-se com a dignidade que sempre almejaram. Enfrentaram contendas de toda a ordem — até doenças como o cancro — e resistiram com audácia e bravura, surpreendendo todos com a força que só quem conhece a dureza da terra sabe cultivar. Esta é a história de duas vidas que, embora nascidas num meio desprovido de requisitos, nunca aceitaram que isso fosse impedimento para aprender, ensinar e transmitir os valores mais nobres que podem nortear um ser humano. Uma obra que inspira, motiva e acende a chama de quem enfrenta batalhas semelhantes e procura vigor para continuar.

Pré-lançamento Capa do livro Impedidos de Amar Romance

Impedidos de Amar

“Impedidos de Amar” é um desfilar de emoções cruas, erguido sobre a história verídica da minha família.

Março de 2020. O país fecha. As ruas esvaziam. É nesse estado de emergência que a minha irmã Elisabete recebe um diagnóstico de cancro.

Confinada e privada do amparo dos seus, viveu o que nenhum ser humano deveria suportar. O risco de contágio ergueu muros entre ela e o amor dos pais, do irmão, do filho. Estávamos tão perto... e irremediavelmente longe. Sem o beijo. Sem o abraço. Impedidos de amar.

Da janela, que se tornou o nosso altar de adoração, acenávamos da calçada. Da cabeceira, as fotos do filho eram o seu único alento. Durante a quimioterapia, uma reação alérgica brutal obrigou-a a 11 dias de internamento compulsivo, que deixariam marcas que o tempo não ousará apagar.

Este não é um livro sobre cancro. É um livro sobre o que o amor foi capaz de fazer quando foi impedido de tocar. E sobre a frase que nunca esqueci: “Eu estarei sempre bem desde que te saiba viva”.

Em Edição Capa do livro A última transgressão Romance

A Última Transgressão

“A Última Transgressão” nasce da sombra inevitável da mortalidade — essa presença silenciosa que todos evitamos até ao dia em que ela se impõe com brutalidade. Quando um jovem brilhante vê o seu futuro estilhaçar-se sob o peso de uma doença terminal, inicia-se uma viagem íntima e devastadora ao limite da existência humana. Entre corredores estéreis de hospital, isolamento emocional e uma escrita que se torna refúgio e grito, ele confronta a fragilidade da vida, a injustiça do destino e a urgência de deixar uma marca antes que o tempo se esgote. Despojado das ilusões da juventude, o protagonista reinventa-se num território onde moralidade, desespero e liberdade se entrelaçam.

A doença transforma-se em catalisador de uma rebeldia feroz: um hacker improvável, um Robin dos Bosques digital que, perante a iminência da morte, decide subverter sistemas e redistribuir riqueza àqueles que o mundo esqueceu. O que para uns é crime, para outros é redenção — e o livro desafia o leitor a questionar onde termina a justiça e onde começa a transgressão. Esta não é apenas a história de um cibercrime, nem um drama médico. É uma meditação sobre identidade, finitude e propósito. Uma exploração das zonas cinzentas onde a dor se transforma em criação, onde o niilismo roça o altruísmo, onde a solidão se converte em força disruptiva. No seu ato final — audacioso, controverso e profundamente humano — o protagonista deixa um legado que ecoa para além da própria morte, obrigando-nos a repensar o que significa viver intensamente quando o fim já não é uma abstração, mas uma certeza iminente. “A Última Transgressão” é um convite à reflexão sobre mortalidade, justiça e legado. Uma história que incomoda, inspira e permanece — tal como o espírito indomável de quem, mesmo à beira do abismo, ousa reinventar o sentido da vida.

Antologias e Colaborações

Imagens em Movimento

Os trailers das obras de Gabriel Ethan Paz.

Trailer De Rédeas Soltas
Trailer Impedidos de Amar

Media Kit Oficial

Material institucional completo para imprensa, eventos, entrevistas e divulgação.

Missão Literária

A minha missão nasce do instante em que a alma se desgoverna e me deixa à mercê de emoções que me assaltam, me ferem ou me salvam. Há momentos em que tudo pára — o mundo, o corpo, o tempo — e apenas as minhas mãos continuam, entregues a um impulso que não controlo. É aí que as rédeas se soltam e eu me encontro.

Escrevo porque não sei calar o que me atravessa. Porque as palavras, quando irrompem, são mais verdadeiras do que qualquer gesto. Elas deliram no papel, procuram sentido, procuram‑me a mim. São o meu modo de respirar quando o peito aperta, o meu modo de existir quando a vida pesa, o meu modo de amar quando o silêncio já não basta.

Escrevo porque sim. Escrevo porque preciso. Escrevo porque, quando me abandono às palavras, reencontro a liberdade que tantas vezes me falta. Escrevo por amor — ao que sinto, ao que sou, ao que ainda procuro.

Biografia Longa

Gabriel Ethan Paz é o pseudónimo de um cidadão português, nascido em Almada, que fez carreira na Indústria Farmacêutica até à Direção Geral de uma empresa sediada no Caribe.

Licenciado em Gestão de Marketing pelo IPAM, com pós-graduação em Marketing Estratégico em Bruxelas, trocou o MBA por um caderno para se dedicar à escrita.

Gabriel Ethan Paz não escreve. Esculpe. Transforma emoção em palavra, silêncio em frase. A sua escrita é nua, visceral, humana. Não narra histórias - confessa-as. Não inventa personagens - respira-as. E redime-as. Cada linha é um aceno na calçada. Cada capítulo, um lenço que não guarda para si. De Almada para o mundo, a sua obra é um atlas de alma e memória, onde finalmente o indizível aprende a dizer-se.

Cultiva a inteligência emocional e expõe os sentimentos com genuinidade. Ama animais, ama a natureza, ama a praia - e tem no mar a sua bússola, a sua inspiração e a sua serenidade. O piano, o seu instrumento de eleição, é onde o que não cabe nas palavras, cabe em música.

Romancista, poeta e ensaísta, reparte a sua voz por várias antologias, em Portugal e no mundo. É membro da Associação Portuguesa de Escritores, da Associação Portuguesa de Poetas e do NALAP.

Deambulou pelos quatro continentes, por mais de 67 países e 128 cidades. Viu mundos, viveu culturas, guardou gentes. Cada lugar tornou-o mais sábio. Mais benévolo. Mais discernente. E a sua viagem parece não ter ainda findado.

Obras de sua Autoria (10 Obras Totais)

  • De Rédeas Soltas – 2ª Edição, Metáfora Editora – Poesia e Pensamento
  • Impedidos de Amar – In-Finita Editorial, Romance
  • Da Simplicidade de um Monte – Romance
  • A Última Transgressão – Romance
  • Participação em 6 Antologias Nacionais e Internacionais (Detalhes no Portfólio).

* Fotos das capas e sinopses disponíveis no portfólio deste site.

Retrato Oficial Gabriel Ethan Paz

Biografia Curta

Gabriel Ethan Paz, pseudónimo de cidadão português nascido em Almada, fez carreira na Indústria Farmacêutica até à Direção Geral no Caribe.

Licenciado em Marketing pelo IPAM, pós-graduado em Bruxelas, trocou o MBA por um caderno. Não escreve, esculpe: escrita nua, visceral, humana.

Não narra histórias - confessa-as. Não inventa personagens - respira-as. E redime-as. Cada linha um aceno na calçada, cada capítulo um lenço.

Romancista, poeta e ensaísta, membro da APE, AP Poetas e NALAP. Deambulou por 67 países e 128 cidades. Viu mundos, viveu culturas, guardou gentes. A sua viagem não findou.

Press Highlights

  • Eventos literários e apresentações públicas
  • Entrevistas e conversas
  • Artigos e menções em imprensa
  • Participações futuras
  • Citações selecionadas

Entrevistas

Conversas sobre a escrita, as obras e o percurso do autor.

Entrevista escrita

Entrevista com Gabriel Ethan Paz, autor do livro Impedidos de Amar

Revista Conexão Literatura

Uma conversa sobre a história verídica que deu origem a Impedidos de Amar, o impacto da pandemia nas famílias, a escrita como forma de libertar a voz e os próximos projetos literários.

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Entrevistas em áudio

Brevemente

As entrevistas em áudio, incluindo participações na rádio, serão disponibilizadas neste espaço.